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NA CARONA DA MATEMÁTICA



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RESENHA: O MILAGRE DE ANNE SULLIVAN

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB
GESTÃO DOS PROJETOS E ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - GEAD
CURSO: LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
DISCIPLINA: LIBRAS
PROFESSORA FORMADORA: EDNA CÁSSIA
TUTOR A DISTÂNCIA: Laudelina carvalho

PÓLO: ECLIDES DA CUNHA

Elizangela Modesto da Silva  G6

RESENHA DO FILME O MILAGRE DE ANNE SULLIVAN

 

O filme foi produzido em 1979 pelo autor Arthur Penn e pela data e tecnologia distante vejo que no filme escreveram situações difícil  de se lidar, um grande filme e belíssimo digno de todos os professores do mundo assistir, mesmo considerando diferentes de hoje em dia  com aparelhos para surdez, cachorros guias, técnicas, diversões e jogos. Muitas atividades, creio que a vida do cego  e surdo vista pelo ângulo que descrevi, seja  hoje mais fácil do que na que o filme mostra, não quero  dizer que seja melhor pois não desejo que passe por um momento desse por imaginar que hoje seja mais fácil

O filme consegue nos tocar e também consegue nos mostrar o ontem, nos faz pensar no durante e no depois que classifico hoje na ajuda, podemos fazer isso é que vejo na Anne  o que ela pôde fazer ela fez e chegamos a sofrer ao assistir esse filme.

O filme é ganhador do troféu OCIC e é lindo. Baseado na realidade da vida de Helen Keller o filme “ o milagre de Anne Sullivan” , a principio  pensamos ser a história de uma cega que foi milagrosamente curada ( no meu caso imaginei que tivesse sido curada em um culto de louvor a Deus). Nunca imaginei que  tratava-se de um conto de história de uma grande e persistente professora que lutou para ajudar uma menina cega, muda e surda que tinha uma grande dificuldade em adaptar-se ao mundo que a rodeava.

Num momento em que dei aula de português , tive uma bela experiência quando uma tirinha um rapaz reclamava  com o amigo que o irmão dele era muito chorão  e a surpresa está na resposta, que a criança chorava, porque não andava, não tinha dentes e passou a falar-lhes todas as dificuldades que o irmão bebê sofria, foi exatamente o que vi  sendo a mãe de Helen sofrer, ver a filha sem nenhuma esperança de ser entendida, recebida, nunca aprender nada concreto, sendo apenas mimada e tendo a pior, a pena dos pais, o que nos faz chorar e refletir na vida desta criança de 7 anos que não sabia como interpretar o mundo nem expressar-se com os pais, psicologicamente o filme nos mostra que não sabemos lidar com os limites  físicos e a realidade ao nosso redor. Vi no filme agressividade e beleza ao mesmo tempo, pois não saberíamos na época em que o filme foi feito, lidar com a situação, digo que naquele tempo foi como citei à pouco, hoje temos outra realidade.

A menina controlava a casa, o comportamento da casa, não sabe de uma grande e persistente dificuldade em adaptar-se ao mundo que a rodeava.

Num momento em que  dei aula de português, tive uma bela experiência quando uma tirinha um rapaz reclamava com o amigo que o irmão dele era bebê e era muito chorão  e a surpresa esta na resposta, que a criança chorava porque não andava, não falava, não tinha dentes e passou a falar e todas as dificuldades que o irmã bebê sofria, foi exatamente o que vi, a Mãe de Helen sofrer, ver a filha sem nenhuma esperança de ser entendida, recebida e nunca aprender nada de concreto sendo apenas mimada e tendo o pior “ a pena dos pais”  o que nos faz chorar e refletir na vida desta criança de 7 anos que a mãe sabia como interpretar o mundo  nem expressar-se com os pais, e psicologicamente o filme nos mostra que não sabemos lidar com os limites físicos e a realidade ao nosso redor.

Vi  no filme agressividade e beleza ao mesmo tempo, pois não saberíamos na época  em que o filme foi  feito para lidar com a situação, digo naquele tempo por que como citei  há pouco temos hoje outra realidade.

A menina controlava a casa, o comportamento, e não saber o que é um “não” . Anne sua professora  era formada e terminou o curso superior, foi a primeira aluna cega e surda, não foi bem recebida pelo pai de Anne Hellen e chegou a dizer “ esperem  que uma criança ensine outra”  Anne era cega e fez cirurgias nos olhos usando óculos escuros para proteção do sol e  convivia com cegos por isso  o desafio era tão grande, explicar a uma criança como viver e entender o mundo. Como ser recebida como normal, como ensinar a alguém já com 7 anos que não aprende nada.

As cenas do filme são emocionantes e nada do que esperamos. Hellen não tem disciplina nenhuma e Anne usa o tato para como ensiná-la uma linguagem real e Hellen desenvolve uma seqüência de palavras associadas aos gestos das mãos.

Anne usa o alfabeto Braille para a menina Hellen que aos 10 anos começa a falar. A professora ENFIM Vence a menina, que passa a conhecer o nome de arvore, chão, degraus, professores, começa a encostar-se nas coisas e conhecê-los.

 



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